Arquivo de Vestibular

VI EGEPE

Acontecerá em Recife, na UFPE, o VI Encontro de Estudos sobre Empreendedorismo e Gestão de Pequenas Empresas, de 14 a 16 de abril de 2010. Submissão de artigos até 20/11/2009.

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Dr. Inaldo Campelo em Palestra sobre Suape

Nesta segunda-feira, dia 16 de novembro de 2009 às 9:00 horas, Dr. Inaldo Campelo, Diretor de Gestão Fundiária e Patrimonial do Complexo Industrial e Portuário de Suape, abrirá a Semana Acadêmica da Faculdade Metropolitana, em Piedade, Jaboatão dos Guararapes.

Na ocaisão, Dr. Inaldo proferirá palestra aos alunos de Gestão Portuária sobre Suape e suas Perspectivas, dentre elas os novos empreendimentos e a geração de empregos, educação e desenvolvimento.

 

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1° Período de Portuária visita Recife

Alunos do primeiro período de Gestão Portuária visitaram o Porto de Recife neste 9 de novembro de 2009, acompanhados pelo Prof°Alexandre Costa.

Parabéns aos alunos e ao professor pela visita técnica a um dos sistemas portuários mais antigos e em funcionamento no Brasil

 

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Construção naval cresce para atender ao mercado

Todos os dias, há informações de empresas que não teriam conseguido espaço nos estaleiros brasileiros , como a Vale, e, por isso, deixaram de encomendar navios ou fizeram importações. Em alguns casos, os armadores efetivamente não desejavam comprar navios e faziam contatos com estaleiros apenas para mostrar às autoridades que não iriam continuar a usar a política de afretamento – aluguel de unidades estrangeiras.
 
Em outros casos, foi feita importação com pagamento de impostos, para os navios terem direitos de bandeira brasileira – caso da Mercosul Line; e, quanto à Vale, a empresa importará dez meganavios, de 400 mil toneladas cada um, mas não pagará impostos e, portanto, manterá os navios sob bandeira estrangeira. O presidente do Sindicato da Construção Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha, afirma que a capacidade de processamento de aço dos estaleiros já é expressiva: 600 mil toneladas por ano.
 
O Atlântico Sul, de Suape (PE), que será o maior estaleiro do país, lança seu primeiro navio em janeiro próximo. Além disso, estão sendo anunciados diversos estaleiros de grande porte, por sólidos grupos empresariais: um de Eike Batista (EBX) e Hyundai, em Santa Catarina; dois estaleiros de grande porte na Bahia, sendo um da Setal (Ebasa) e outro de Odebrecht, OAS e UTC, o Paraguassu; o grupo coreano STX vai fazer unidade no Norte fluminense; o grupo Jurong – dono de Eisa e Mauá – anuncia estaleiro em Alagoas; e a Odebrecht projeta estaleiro em Itaguaí (RJ), embora, de início, apenas para produção de unidades militares.
 
- Diante de tudo isso, terá de haver muita demanda para atingir a oferta de espaço nos estaleiros – ironiza Rocha.
 
Lembra ainda que o maior dique do país, no momento, o da Sermetal – antiga Ishibrás, no Rio – está sem uso e há negociações para arrendamento à Petrobras, que faria licitação para um privado explorá-lo. Lá foram construídos navios de 300 mil toneladas. Destaca Rocha que, após a crise dos anos 80 e 90, a construção naval hoje propicia 45 mil empregos diretos e tudo indica que, dentro de um ano, estará gerando mais 5 mil empregos diretos.
 
O faturamento do setor, em 2009, deverá ser pouco superior aos US$ 3,2 bilhões do ano passado, uma vez que, no início do ano, a Petrobras reenquadrou projetos e reestruturou sua política de encomendas.
 
Este ano, o Conselho Diretor do Fundo de Marinha Mercante não se reuniu e, portanto, não foram aprovadas novas prioridades. A Secretaria do Tesouro Nacional estava resistindo a financiar a parte importada dos navios, o que, se não fosse feito, elevaria o preço final. Rocha espera que o assunto tenha sido resolvido e cita que foi prometido ao governo elevar o índice de nacionalização de 65% para 75%. (Monitor Mercantil Digital/RJ)

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ZPMC pretende focar mercado offshore

A ZPMC (Shanghai Zhenhua Port Machinery), maior fabricante chinesa de porta-contêineres, está planejando ampliar sua musculatura no mercado offshore, pretendendo adiar o aumento da concorrência no seu tradicional negócio de equipamentos para portos.
 
Segundo o presidente da companhia, Guan Tongxian, a engenharia offshore foi o motor de crescimento da companhia por longo prazo, e poderá elevar em 50% a receita em 2010.
 
“A contribuição dos porta-contêineres na receita continua estável em US$ 1,5 bilhões por ano, mas o mercado tem pouco espaço para crescimento”, avalia.
 
Guan afirmou que o total de investimentos globais em porta-contêineres estava ao redor de US$ 30 e US$ 40 bilhões por ano, enquanto o mercado global de offshore injeta entre US$ 300 a US$ 400 bilhões por ano. O executivo ressaltou que as margens de lucro dos produtos offshore foram muito superiores às dos equipamentos portuários.
 
A ZPMC começou a se aventurar no setor offshore em 2006 com investimentos de 15 bilhões de yuans previstos ao longo cinco anos consecutivos. Neste ano, até agora, a companhia investiu 12 bilhões de yuans no setor e os negócios têm registrado bom desempenho, apesar da desaceleração.
 
A expectativa do executivo é que, este ano, a receita atinja 30 bilhões de yuans, sendo 30% dos recursos provenientes dos negócios offshore. Esta proporção aumentaria mais ou menos 40% ou 50% no próximo ano.
 
“A crise econômica global reduziu as margens de lucro da companhia de 10% para 7%. A ZPMC deve, portanto, diferenciar seu mix de produtos e expandir para novos mercados, a fim de driblar os efeitos da recessão”, conclui. (Revista Conexão Marítima, publicado dia 16.09.09)

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