Categoria "Gestão Portuária"

Posted by Fredy on 25th junho 2013
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A rara viagem de um fotógrafo a bordo de um dos maiores navios do mundo

Com sete anos de idade, Emma Mærskconsegue carregar mais carga do que um trem de 65 quilômetros e tem um raio de curva de cerca de 1,5km. Mesmo em comparação com petroleiros, ela é mais parecida com uma cidade do que com um barco – embora uma cidade que algumas poucas pessoas já exploraram. Mas em 2010, um jovem fotógrafo chamado Jakob Wagner tornou-se um dos poucos passageiros a embarcar na Emma sem ser um passageiro.

http://gizmodo.uol.com.br/a-rara-viagem-de-um-fotografo-a-bordo-de-um-dos-maiores-navios-do-mundo/

Posted by Fredy on 29th maio 2013
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Petróleo em Pernambuco

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Posted by Fredy on 7th maio 2013
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Gestão Portuária é na Faculdade Metropolitana

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Posted by Fredy on 7th maio 2013
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Pernambuco vive nova revolução industrial

Especial – Edição 19 – Março de 2012

ESPECIAL

Pernambuco vive nova revolução industrial

ESPECIAL | EDIÇÃO 19 – MARÇO 2012

Por: Ed Wanderley

 

Historicamente, Pernambuco já está acostumado a chamar a atenção nacional. Foi assim, lá atrás, nas capitanias hereditárias, quando o estado foi um dos dois que prosperaram no cultivo do tão valioso açúcar; e também, recentemente, ao oferecer ao Brasil seu primeiro presidente de esquerda, talvez o mais popular entre todos. Agora vivendo sua própria revolução industrial, a região volta a chamar os holofotes para si, esbanjando índices de crescimento invejados nacional e internacionalmente. Mesmo em meio ao início de uma crise internacional, Pernambuco cresce. A expansão, no primeiro semestre de 2011, chegou à casa dos 5,7%. A pomposa marca põe o estado no patamar alcançado pelos principais países do BRIC, próximo do índice de desenvolvimento da Índia e da China, que excedem a perseguida marca dos 6%, e à frente de nações, como a Rússia, que não atingiram os 5%. Enquanto isso, as demais áreas fizeram o Brasil ter que se contentar com 3,6% de crescimento do seu PIB, no mesmo período, acompanhando o resto do planeta. No terceiro semestre, a situação foi ainda pior, com uma expansão dos negócios em relação ao ano anterior de apenas 2,1%, mas com variação zero em relação ao trimestre que o antecedeu. Muitos números? Deixemos mais claro: se nos demais estados brasileiros, de forma geral, 100 pessoas se tornassem mais ricas a cada dia, em Pernambuco esse número seria de 158. Os negócios prosperam, as comunidades se desenvolvem, a máquina gira com mais força e relevância. Como esperar que esse processo seja ignorado? Os próprios chineses, alvos de tantas comparações, viram, na região, oportunidades de mercado. Em novembro, uma comitiva liderada pelo ministro conselheiro da Embaixada do país no Brasil, Wang Qingyuan, esteve no Complexo Portuário de Suape, junto ao presidente da estatal, líder em transmissão de energia, State Grid Brazil Holding, Cai Yong Xian. Na ocasião, foi formalizada a intenção de acordo entre as forças do estado e a nação chinesa, que reconhece o potencial do “notável nordestino”. “Sabemos que este é o estado que mais cresce em economia no Brasil. Podemos introduzir mais empresas para investir aqui na distribuição de energias limpas”, assegurou Qingyuan. O governador do Estado, Eduardo Campos (PSB), desenvolveu uma abertura de capital sem precedentes, oferecendo benefícios diversos, em especial, acordos de isenção fiscal. A partir daí, a administração foi capaz de atrair, para diferentes pontos da região, fábricas de vários gêneros. Foram nada modestos R$ 6,8 bilhões em quatro anos, um acréscimo de 150% de mais investimentos públicos, se comparado com a gestão anterior. O gás que faltava para que a gestão ganhasse força e continuasse o trabalho de captação de investimentos veio nas urnas. Em 2010, Campos se reelegeu com um recorde absoluto desde o implemento do voto direto, obtendo 82,8% dos votos válidos. A partir daí, o anúncio de novos empreendimentos passou a gerar estruturadores em cadeia, em especial no que diz respeito aos grandes investimentos. Em Vitória de Santo Antão, a injeção de R$ 140 milhões veio por parte da Brasil Foods, empresa criada após a fusão da Sadia e Perdigão. A cidade da Zona da Mata terá a primeira fábrica de margarina e creme vegetal do Nordeste, somando-se aos empreendimentos anteriores do grupo, também em Vitória e na cidade de Bom conselho. As obras se iniciam em janeiro próximo, em uma área de trinta e oito mil metros quadrados, um ano antes do começo do processo produtivo, que poderá render até R$ 450 milhões anuais à empresa. No Agreste, Limoeiro também foi beneficiada pela política de incentivos que vem sendo implementada. Não apenas uma, mas três fábricas devem se instalar na cidade, com investimentos da ordem de R$ 23 milhões. A fabricante de calçados Terra e Água e a indústria de sorvetes Milet devem começar as operações em junho de 2012, empregando mais de 600 pessoas. A Vimont Tecidos, de Santa Cruz do Capibaribe, tem o início das operações na cidade um ano depois, após um aporte de R$ 15 milhões, que deve gerar até 250 empregos diretos. Exemplos não faltam. Na realidade, até sobram. Pouco se sabe sobre os reais efeitos da implantação da fábrica da Fiat em Pernambuco. O assunto dominou os principais meios de comunicação em 2011 e ainda gera dúvidas sobre a validade dos acordos firmados e seus efeitos para os cofres públicos, mas pouco se questiona sobre os benefícios trazidos. Sobre a fábrica italiana sabese que o investimento será de quase R$ 4 bilhões. Os efeitos já começam a ser sentidos antes mesmo da indústria ganhar ‘corpo’, com a contratação de 4,5 mil funcionários ainda no final de 2011. O primeiro deles, o engenheiro elétrico de 23 anos, Bruno Lopes, já recebeu o crachá e se prepara para trabalhar em um dos empreendimentos que prometem contribuir para a mudança de como se vê Pernambuco no país. “Foi muito rápido. Me inscrevi no site e, em duas semanas, fui selecionado. Nunca imaginei que meu primeiro emprego seria em uma montadora”, declarou à imprensa em seu primeiro ‘dia de trabalho’. Histórias como essa devem se repetir nos próximos anos, não apenas na Fiat, mas também por conta dela. Estima-se que pelo menos outros 50 empreendimentos devam chegar ao estado nos próximos meses, justamente para viabilizar os insumos demandados pela montadora italiana. Juntos, representam um aporte de outros R$ 3 bilhões, o que, em números, praticamente representa uma “nova Fiat” no estado. Oficialmente já foram anunciadas a instalação de unidades da Companhia Brasileira de Vidros Automotivos (CBVA) e da fábrica de peças de motores WHB Fundição. Outras quatro fábricas de grande porte deverão começar a se instalar até o final deste ano. E é este mundo empresarial que passa desapercebido por boa parte da população e vai além de uma disputa espacial para receber um investimento da magnitude da Fiat. “Os próximos empreendimentos são da área de dispositivos eletrônicos, lâmpadas automotivas, pistão, bronzina e tratamento na superfície de alumínio por anodização. Juntos, esses fornecedores representam investimentos de R$ 1 bilhão”, afirma o secretário de Desenvolvimento Econômico do Estado, Geraldo Júlio. É justamente por ser tão complexa e trazer tantos benefícios que a negociação por uma segunda montadora de veículos no estado, desta vez da Volkswagen, já causa tanta confusão. Obviamente, cada força política pernambucana deseja que, além do anúncio da instalação da indústria, os benefícios oferecidos pelo governo sejam em sua cidade de apoio. Neste caso, um dos locais que desponta como grande opção para “‘roubar” do Complexo de Suape mais uma fábrica de veículos é Caruaru. As forças da região, popularmente conhecida como capital do interior pernambucano, enxergam nos investimentos de R$ 2 bilhões para a produção do modelo popular Up!, uma forma de dinamizar a interiorização da economia pernambucana e democratizar o acesso aos empregos que serão gerados com a produção de quase 200 mil veículos por ano. Para que isto seja realidade, Pernambuco depende da renovação dos incentivos fiscais garantidos pela Medida Provisória 512, editada pelo ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Caso contrário, a Volks deverá ampliar a sua linha de produção já existente no Paraná e abrir, no Nordeste, uma central de distribuição de automóveis e peças para o Norte e Nordeste, investimento que não causaria tanto impacto na região quanto a indústria mas, certamente, não se faz menos relevante ou desejável. O anúncio oficial do grupo deve ocorrer até janeiro de 2012, seguindo indicações do próprio presidente da empresa no Brasil, Thomas Schmall, que afirmou, em setembro, durante a realização do Salão de Frankfurt, que uma nova fábrica seria anunciada até o final deste ano.

SUAPE Com uma estrutura privilegiada e investimentos maciços ao longo dos últimos anos, o Complexo Portuário de Suape é a escolha mais óbvia e imediata para qualquer grande empreendimento, do ponto de vista de rapidez e praticidade. Obras de infraestrutura para acesso e interconexões, tanto por via ferroviária quanto por via marítima, comprovam essa realidade, que fica ainda mais evidente em números. O ano de 2011 marca, em Suape, sua transformação no porto de maior crescimento no país. São 440.348 contêineres e 11.395.058 toneladas em doze meses, o suficiente para colocar o empreendimento em nono lugar entre os mais relevantes do Brasil. A expectativa é que a movimentação exceda até mesmo as negociações de líquido e granel. Trocando em miúdos, são mais de 40 mil contêineres e R$ 1 milhão de toneladas a cada mês sendo movimentados em apenas um dos portos pernambucanos. A expectativa fica ainda maior quando se pensa nas obras de grande porte. “Quando a Ferrovia Transnordestina, a Petroquímica Suape e a Refinaria Abreu e Lima estiverem em operação, o movimento deve chegar a 30 milhões de toneladas, podendo chegar a 70 milhões até 2017”, explica o presidente de Suape, Geraldo Júlio. Para isso, o primeiro terminal está em processo de ampliação, enquanto o segundo, em análise pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), deverá ter licitação lançada até março de 2012, de forma a permitir o início das operações, inclusive com navios de grandes calados, até o final do ano seguinte. Na área de indústrias, o movimento é bem mais ‘fixo’. Cada vez mais empresas se aproximam do parque para compor uma estrutura completa visando à manufatura. Para se ter uma ideia, no início de dezembro, mais R$ 15 milhões foram investidos para que Pernambuco recebesse a primeira fábrica da Jaraguá Equipamentos Industriais. Original de São Paulo, esta será a quinta unidade do grupo, que também atua em Alagoas, para o fornecimento de fornos industriais para grandes empreendimentos. De acordo com o presidente da Jaraguá, Wagner Othero, a fábrica será instalada em uma área de 56.700 m², com previsão de expansão em outros 8 mil m². “Dentro de um ano e meio nossa expectativa é ampliar o nosso faturamento em 30% e dobrar a nossa mão de obra”, afirma, otimista. Só a título de conferência, esta será a empresa, entre as três brasileiras aptas, responsável pela entrega de 18 fornos à Refinaria Abreu e Lima, negociação que custará nada menos que R$ 1,5 bilhão e gerará cerca de 700 empregos diretos. Uma das carteiras já assinadas é a do jaboatonense Cleidisson José do Nascimento, de 30 anos, que deixou a vida de vendedor e se prepara para começar a trabalhar oficialmente como ajudante de encanador, com planos para mudar de vida. “Vou poder cursar a faculdade de engenharia industrial que é o meu grande sonho. Quero chegar ao cargo de encarregado ou supervisor”, conta.

ENERGIA Dizem que, em tempos de pós-modernidade e comunicação digital, as pessoas não devem se preocupar apenas se o próprio jardim é verde o suficiente, mas se o de todos os que podem entrar em contato com ele, ainda que a milhares de quilômetros de distância. O princípio parece guiar o momento de Pernambuco também no que diz respeito à geração e ao aproveitamento de energia. No último dia 6 de dezembro, a empresa paulista Eolice, em convênio com o grupo dinamarquês LM Wind Power, assinou protocolo de intenções junto ao governo do Estado para a implantação de uma unidade em Suape. Serão investidos cerca de R$ 100 milhões, de forma a possibilitar a fabricação pás para turbinas eólicas. Sozinha, a companhia deverá gerar 1,5 mil empregos e, junto às empresas Impsa e RM Eólica, que fabricam geradores e torres, respectivamente, capacitará o estado a fornecer geradores de energia a partir da força dos ventos para todo o mercado brasileiro e latino-americano. Os estaleiros localizados no complexo também se preparam para desenvolver a nova geração de barcos ambientalmente responsáveis para navegação nos rios brasileiros. O protótipo do projeto dos chamados “eboats”, dotados de motorização elétrica, só sairá do papel em março de 2012. O primeiro modelo terá como teste de fogo uma viagem que parte do Recife até Rio Branco, no Acre, cujo governo já se antecipou e encomendou oito barcos do tipo aos estaleiros pernambucanos, e, de lá, parte para o Rio de Janeiro, onde será apresentado na abertura da Rio +20, no próximo dia 20 de junho. O design diferenciado do projeto inclui painéis solares 100 vezes mais eficientes que o comum, além de miniturbinas eólicas que geram eletricidade com ventos de apenas 1,5 m/s, um terço do que é necessário para geração em turbinas convencionais. O protótipo é assinado pelo escritório holandês Spark. A tecnologia que permite que o barco seja realidade também está sendo concebida no estado. Os novos tipos de painéis solares e turbinas eólicas, de levitação magnética, como são classificadas, têm produção na cidade de Lajedo. Nela foi concebida a fábrica da empresa LED Brasil, cujo faturamento esperado com a comercialização de energias limpas pode ultrapassar os R$ 250 milhões anualmente. Para completar o ciclo, sistemas de refrigeração, que podem ser utilizados em veículos desse tipo, mas também em escritórios e empresas de diversos portes, estão sendo concebidos sob a forma de condicionadores de ar eficientes. Com fábrica no Recife, um acordo celebrado recentemente com o grupo holandês Oxycom permitirá a montagem dos aparelhos, que têm expectativa de uso útil de até 15 anos e economizam até 75% da energia elétrica atualmente demandada. O investimento será de R$ 200 milhões e, entre os benefícios, que excedem a economia de até 8 vezes as atuais despesas indiretas com o uso de condicionadores de ar, há um ganho em saúde: o ar de um ambiente, mesmo fechado, com esse modelo, é 100% renovado a cada 15 minutos de uso.

EDUCAÇÃO E COMPORTAMENTO Para dar conta da mudança na configuração econômica do estado e prover mão de obra especializada, um dos principais desafios para o desenvolvimento de Pernambuco, investir em educação seria obrigação. Cursos de formação técnica surgem a todo o momento, sob a tutela e subsídios do governo. É assim que projetos como o Programa de Capacitação para o Polo Automotivo de Pernambuco passam a ser concebidos. De olho na realidade proposta com a vinda da Fiat para a cidade de Goiana, 10.170 trabalhadores serão cadastrados para se tornarem aptos a atuar em 15 áreas da construção civil, sendo priorizados os beneficiários de programas sociais como o Bolsa Família. A iniciativa já tem data marcada para início: dia 2 de janeiro de 2012. Na área de petróleo e gás, mais especificamente, 200 profissionais já começaram treinamento pelo programa Qualipetro, da Secretaria de Trabalho, Qualificação e Empreendedorismo. Eles passarão por 400 horas de capacitação para atuar na formação, até junho de 2012, de outros quatro mil profissionais de nível técnico na área de construção civil, soldagem, caldeiraria e tubulação, eletricidade, mecânica e isolamento. “O projeto vai ainda, em 2012, requalificar cinco mil trabalhadores já empregados, com aperfeiçoamento profissional para serem qualificados dentro dos canteiros de obras, além de criar o Centro de Certificação de Pernambuco”, afirma o secretário Antônio Carlos Maranhão. Um exemplo de trabalho já concluído é o projeto Costurando e Desenvolvendo Pernambuco, uma iniciativa do Senai, através da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco e Sindicato das Indústrias de Vestuário (Sindivest). Cerca de 650 pessoas foram capacitadas para atuar como costureiros de confecção, bem como auxiliar de modelista de roupas no polo de confecções pernambucano. “Existe defasagem de profissionais qualificados e temos que reforçar o polo como marca de qualidade”, defende Cristina Barbosa, diretora do Senai de Santa Cruz do Capibaribe, que espera a ampliação da iniciativa em 2012. Mesmo no que se refere à formação mais básica, os investimentos que visam preparar o jovem para o mercado de trabalho passaram a ser uma realidade mais presente no estado. Uma parceria inédita no país, firmada entre a Secretaria de Educação e a Microsoft, em dezembro deste ano, garantirá a distribuição de 170 mil tablets para estudantes do 2º e 3º anos do ensino médio da rede de ensino de Pernambuco. Os produtos serão licenciados a baixo custo e conterão materiais didáticopedagógicos que deverão ser usados em salas de aula. Os professores, por sua vez, participarão do projeto Professor Conectado e receberão notebooks para o preparo das aulas. As escolas receberão internet sem fio com filtros para evitar o uso de redes sociais durante o período de aulas. E para quem pensa que a realidade está distante, o prazo desafia a incredulidade: tudo deverá estar pronto até março de 2012. Os efeitos de tantas ações concentradas em um único local já são perceptíveis. A confiança do investidor, quando se trata de Pernambuco, multiplicou. Aos 8,7 milhões de pernambucanos, resta administrar os efeitos dessa nova era. Somente este ano, o nível de geração de empregos chegou a 8%, a segunda maior taxa do país, segundo a Pesquisa de Emprego e Desemprego, do Dieese. A ‘bonança’ acaba revertendo um processo de êxodo que marcou todo o século XX no estado. De acordo com a Agência Condepe/Fidem, entre 2009 e 2010, 13.898 pernambucanos deixaram o país em busca de oportunidades. Em compensação, 31.559 brasileiros de outros estados e 20 mil estrangeiros encontraram na Região Metropolitana do Recife o que tantos sonhavam encontrar em São Paulo na segunda metade dos anos 70 e 80: oportunidades. Se o inchaço e os possíveis efeitos negativos desse boom de desenvolvimento podem comprometer a qualidade de vida, ainda não se sabe, mas uma coisa é possível garantir: já não dá para ignorar a força do povo com mania de grandeza que, de fato, mais ganha destaque econômico no país. Em tempo: em níveis bem superiores à maior parte dos países.

http://www.caisdoporto.com/v2/listagem-materias-detalhe.php?id=2&idMateria=513

Posted by Fredy on 7th maio 2013
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Suape é Pernambuco na OTC Houston 2013

03.05.2013Suape é Pernambuco na OTC Houston 2013

Foto: Refinaria Abreu e Lima / Daniela Nader

 

 

O Complexo Industrial Portuário de Suape participa, pela terceira vez consecutiva, da maior feira do mundo nas áreas de petróleo e gás, a Offshore Tecnology Conference (OTC), representando Pernambuco, o estado brasileiro que mais cresceu nos últimos anos. O evento é realizado anualmente no Reliant Park na cidade de Houston, Texas (EUA), e este ano acontece de 6 a 9 de maio, envolvendo 80 mil pessoas de 110 países e cerca de 2.500 empresas expositoras.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico e presidente de Suape, Márcio Stefanni Monteiro, a OTC é uma excelente vitrine. “Trata-se da maior feira do mundo nas áreas de petróleo e gás. Vamos apresentar Suape como o melhor porto público e a melhor opção logística para esta cadeia no Brasil”, destaca Monteiro. Além do secretário, integram a delegação pernambucana o diretor do Fórum Suape Global, Silvio Leimig, e a coordenadora de Desenvolvimento de Negócios de Suape, Luiza Villela.

Segundo Leimig, “a participação de Suape é importante para prospectar fornecedores para a cadeia de petróleo, gás, naval e offshore em fase de consolidação no nosso estado”, disse.  A comitiva contará com o apoio do Pavilhão Brasil, que congrega as empresas lideradas pelo Instituo Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP).

Na feira, o Complexo vai participar de várias reuniões já agendadas com empresários dos Estados Unidos, Japão e Inglaterra, mediante trabalho de levantamento feito pela equipe Suape Global. Um dos objetivos desses encontros é convidar os investidores para os eventos internacionais que serão realizados em Pernambuco no próximo semestre: a Conferência sobre Tecnologia de Equipamentos (Coteq) e a Pernambuco Petroleum Business.

A Coteq é uma das principais oportunidades de negócios para a indústria no Brasil, e acontece de 18 a 21 de junho de 2013 no Enotel Resort & Spa, em Porto de Galinhas, Ipojuca. A Pernambuco Petroleum Business ocorrerá de 22 a 24 de outubro, ainda sem local definido. Juntos, os eventos contribuem para o adensamento das cadeias produtivas de petróleo, gás, naval e, principalmente, metalmecânica.

OTC – Fundada em 1969, a Offshore Technology Conference é o principal fórum mundial de debates sobre os desafios tecnológicos e tendências desse setor, com periodicidade anual e participantes de todo o mundo. É governada por um Conselho de Administração composto por 13 representantes. Para saber mais: www.otcnet.org.

Suape Global – Com o foco em inovação e sustentabilidade, foi lançado em 2008, pelo Governo de Pernambuco, o Fórum Suape Global, cujo objetivo é o de transformar o estado num polo provedor de bens e serviços para indústrias de petróleo, gás, offshore e naval. A intenção é atrair uma cadeia produtiva que ofereça um ambiente favorável e toda a infraestrutura necessária para a chegada de grandes empreendimentos. O projeto reúne entidades governamentais, privadas, acadêmicas e bancos públicos (BNDES, BNB, BB e CEF). A iniciativa já atraiu mais de 20 empresas para o porto.

 

http://www.suape.pe.gov.br/news/matLer.php?id=160

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