30 de novembro de 2009 -
10:14
por Fredy
· Notícias do Curso
O porto de Santos foi convidado para integrar o Comitê de Governança de Clusters Portuários (Port Cluster Governance Committee), que tem o objetivo de envolver os principais portos do mundo em um trabalho de intercâmbio de experiências em práticas de gestão.
O convite foi feito, esta semana, pelo diretor da Autoridade Portuária de Valência, Ramón Gómez-Ferrer Boldova, em uma visita ao porto de Santos.
Também foram convidados para integrar o comitê os portos de Shangai, Shenzhen, Roderdan, Hamburgo, Valencia, Santos, Panamá, Los Angeles, New York, Teesport, Denmark, Gothenburg, Cork, Hong Kong, Port Nelson, Sydney, Ho Chi Minh, Callao, Virginia, Savannah, Seattle, entre outros. (da Redação)
29 de novembro de 2009 -
10:10
por Fredy
· Notícias do Curso
Pernambuco vai sediar o Centro Nacional de Tecnologia de União de Materiais (CNTM), que vai funcionar no câmpus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). O espaço, focado na capacitação de recursos humanos, desenvolvimento de pesquisa e prestação de serviços (principalmente para as áreas de petróleo, gás, naval e offshore), vai receber R$ 25 milhões em investimentos. Os recursos são do Fundo Setorial do Petróleo (CTPetro), do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT).
O pró-reitor de Pesquisa e Pós-graduação da UFPE, Anísio Brasileiro, explica que a iniciativa é encampada por um rede de instituições, que inclui Universidade de Pernambuco, Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), Instituto Tecnológico de Pernambuco (Itep) e Centro de Tecnologias Estratégicas do Nordeste (Cetene).
“A escolha de Pernambuco e da UFPE para abrigar um centro nacional se deu em função de capital humano avançado nas áreas de ciência e engenharia de materiais e pela demanda dos grandes empreendimentos em implantação no Complexo de Suape, a exemplo do Estaleiro Atlântico Sul e da Refinaria Abreu e Lima”, destaca. A partir de 2010 será formada a primeira turma do curso de graduação de engenharia de materiais.
A universidade também já conta com um curso de pós-graduação em ciência dos materiais e tem previsão de, num prazo de dois anos, criar a graduação em engenharia naval e manutenção de equipamentos.
O centro terá uma estrutura com algo entre 12 e 15 laboratórios, com destaque para soldagem, mecânica fina, revestimento e corrosão, ensaios não destrutivos, entre outros. O espaço terá capacidade para capacitar uma média de 100 a 120 pessoas por ano.
“Também teremos condições de desenvolver pesquisas alinhadas às demandas do mercado. No caso da exploração do pré-sal existem dúvidas sobre que tipo de solda usar em altíssima profundidade”, exemplifica o coordenador de implantação do CNTM, Severino Urtiga, da UFPE.
As obras do centro devem ser concluídas num prazo de dois anos, mas os trabalhos da rede de instituições já está em andamento, utilizando os 11 laboratórios já existentes na universidade e a capacitação da mão de obra. Inicialmente, o centro seria voltado apenas de soldagem, mas foi ampliado para trabalhar com materiais de uma maneira geral.
A expectativa é que até o final do ano a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) libere a primeira parte dos recursos para o centro, no valor de R$ 15 milhões. “Já encaminhamos o projeto arquitetônico e o projeto básico e estamos aguardando retorno”, diz Anísio Brasileiro.
Além do CNTM, Pernambuco também vai contar com um Centro de Certificação Industrial (CCI) para validar os procedimentos do setor. A iniciativa será encabeçada pelo Sistema S pelas mãos do Senai. (Portal PortoGente; Jornal do Commercio/PE; Portal Portos e Navios)
28 de novembro de 2009 -
19:48
por Fredy
· Notícias do Curso
Pernambuco também poderá ter o seu pré-sal. Pelo menos é o que sinalizam as primeiras interpretações dos estudos sísmicos realizados por pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), sob encomenda do consórcio Petrobras-Petrogal, que adquiriu em 2007 três blocos na bacia Pernambuco-Paraíba, durante a 9ª rodada de licitação de áreas de exploração da ANP.
A confirmação da existência de petróleo submerso na costa pernambucana ainda deve demorar a acontecer, porque o consórcio tem até 2015 para apresentar os resultados da exploração.
“As informações ainda são muito preliminares, mas a interpretação das linhas da sísmica 2D realizadas pela universidade mostra a presença de rochas geradoras e rochas reservatório (condições imprescindíveis para a existência de petróleo) na costa de Pernambuco, entre os municípios de Recife e São José da Coroa Grande”, afirma o vice-coordenador do curso de geologia da UFPE, José Mário de Lima Filho, que participou do grupo de pesquisadores responsável pela reinterpretação das sísmicas. A UFPE fechou convênio de R$ 3 milhões para interpretar os resultados das sísmicas 2D.
O pesquisador da UFPE adianta que as pesquisas de exploração também apontam para a existência de camadas de sal na região. “Acreditamos que esses estudos vão quebrar o paradigma de que em Pernambuco não tem petróleo. Temos várias bacias sedimentares no Estado, tanto no mar como em terra. Levantamentos geoquímicos realizados pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram a existência de óleo leve em três locais”, destaca Lima Filho. (Revista Conexão Marítima)
Fórum Fluminense em Defesa da Indústria Naval se mobiliza para garantir a implantação de base de operação offshore da Petrobras em Niterói
Fórum Fluminense em Defesa da Indústria Naval se mobiliza para garantir a implantação de base de operação offshore da Petrobras em Niterói
Os representantes do Fórum Fluminense em Defesa da Indústria Naval encaminharam ao prefeito de Niterói, Jorge Roberto Silveira, uma carta para reiterar o apoio à base de operação offshore que a Petrobras quer instalar na cidade. A iniciativa foi motivada pela declaração dada, há duas semanas, pelo diretor de serviços da Petrobras, Renato Duque, que disse que a empresa só pode esperar por mais um mês para a aprovação da cessão da área da prefeitura para a construção do empreendimento.
A prefeitura é proprietária de 20% da região escolhida pela Petrobras para a implantação da base. Os outros 80% são da Marinha do Brasil. Recentemente, o presidente da empresa, José Sérgio Gabrielli, divulgou que a administração municipal está pedindo R$ 70 milhões para ceder o terreno, o que foi considerado fora do valor de mercado. A negociação com a Marinha, por outro lado, já foi concluída.
A carta foi assinada pelo secretário estadual de desenvolvimento econômico, energia, indústria e serviços, Júlio Cesar Carmo Bueno; pelo deputado Rodrigo Neves (PT), coordenador da Frente Parlamentar de Apoio à Indústria Naval e Offshore do Rio de Janeiro; pelo deputado Edmilson Valentim (PCdoB), presidente da Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara; pelo presidente do Sindicato Nacional da Indústria da Construção e Reparação Naval e Offshore, Ariovaldo Rocha; pelo presidente da Central de Trabalhadores do Brasil (CTB), Maurício Ramos; pelo presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Niterói e São Gonçalo, Reginaldo da Costa e Silva e pelo secretário geral da Federação dos Metalúrgicos e diretor da CUT/RJ, Jadir Batista de Araújo. (Portal Portos e Navios)
27 de novembro de 2009 -
19:48
por Fredy
· Notícias do Curso
Cerca de 4.600 navios operam hoje na costa brasileira, contudo, não há uma unidade sequer de reparo para estas embarcações no País. Diante da realidade, a Transpetro, subsidiária de logística da Petrobras, irá incentivar a construção de um estaleiro de reparos no Brasil, lançando um edital que licitará a empresa que terá contrato de exclusividade de reparo de seus navios por determinado período. A informação foi dada ontem pelo presidente da Transpetro, Sérgio Machado, que afirmou que o Ceará pode, sim, abrigar esse empreendimento.
“Eu preciso, todo ano, reparar parte da minha frota, e vou usar essa minha capacidade de demanda para que eu consiga o menor preço na docagem [período que um navio passa no estaleiro para ser reparado]. Como consigo o menor preço? Tendo um estaleiro com boa tecnologia, bom treinamento”, disse. “O Brasil, desse tamanho, não pode deixar de ter”.
De acordo com Machado, a expectativa é de que o empreendimento esteja funcionando em dois anos e, para isso, deverá iniciar a sua construção já no ano que vem. Ele destaca, entretanto, que o estaleiro não vai ser exclusivo da Transpetro. Ela será apenas uma das clientes, talvez a mais importante, mas o estaleiro poderá ofertar seu serviço para toda a frota que opera hoje no Brasil.
O presidente da Transpetro afirma que os detalhes de como será feita essa negociação ainda estão sendo elaborados. “Estamos vendo quem são [as empresas a serem convidadas para a licitação]. Estamos estimulando os empresários a entrar, com capacidade econômica e financeira para poder instalar.
Porque temos 4.600 navios que passam na costa do Brasil, e um dos itens importantes para ter uma empresa de transporte marítimo é ter a docagem aqui, e com preço competitivo mundial, não adianta ter um preço caro”, explica. Hoje, a empresa possui 53 navios e, para que sejam reparados, eles têm que ser levados para fora do País. (Revista Conexão Marítima)
26 de novembro de 2009 -
19:47
por Fredy
· Notícias do Curso
O Complexo firmou protocolo de intenções com a Eface Energy Service Ltda., no último dia 30, para a instalação da maior fábrica de transformadores do grupo português no Norte-Nordeste. A unidade fabril deverá ser construída em dois anos em área de cinco hectares e exigirá investimentos da ordem de R$ 35 milhões.
“É uma empresa de relevada importância para diversos outras que aportam em Suape, entre elas, os megaempreendimentos como a Refinaria Abreu e Lima, o Polo Petroquímico e o Estaleiro Atlântico Sul”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Econômico do porto, Fernando Coelho, que foi à Portugal selar o acordo.
A empresa já atua em Pernambuco, São Paulo, Salvador e em cinco continentes, com receita que atinge 800 milhões de euros por ano. Na região pernambucana é sócia majoritária da Efacec Energy Service LTDA. e sua atividade está relacionada à instalação e fornecimento de equipamentos em energia, transporte e logística e em engenharia e serviços.
O grupo português foi beneficiado pelo Prodepe – Programa de Desenvolvimento de Pernambuco. A instalação da empresa deverá possibilitar a criação de 150 novos postos de trabalho. (Revista Conexão Marítima)