Arquivo de setembro, 2009

Camargo Corrêa abre chance a recém-formados

A Construtora Camargo Corrêa já abriu as inscrições para contratar 25 recém-formados que vão trabalhar nas suas obras de infraestrutura no Brasil e em outros países da América Latina e África. O programa, chamado de Jovem Profissional 2010, vai contratar estudantes formados nos cursos de engenharia (civil, mecânica, elétrica, produção, materiais e minas) e administração de empresas.
 
Os interessados devem ser formandos entre dezembro de 2007 e dezembro de 2009. As inscrições ficarão abertas até o próximo dia 15 de outubro e os candidatos devem obedecer alguns requisitos exigidos pela empresa. É preciso ser fluente em inglês no nível intermediário e ter um espanhol desejável. Além de ter foco em resultado, facilidade de adaptação, iniciativa, prontidão para assumir novos desafios, disponibilidade para trabalhar em projetos com grande mobilidade geográfica (Brasil, América Latina e países da África de língua portuguesa), paixão por aprender e capacidade analítica.
 
Os candidatos devem fazer a inscrição no site da empresa www.camargocorrea.com.br ou www.grupofoco.com.br/camargocorrea. A Camargo Corrêa é uma das maiores empresas da  área de construção civil da América Latina.
 
No ano passado, a companhia registrou uma receita de R$ 5,4 bilhões. Atualmente, cerca de 30 mil pessoas trabalham para a construtora no Brasil e em outros países. A Camargo Corrêa atua em diversas áreas como transporte e mineração, indústria, energia e obras públicas e saneamento. (Jornal do Commercio/PE)

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Mais seis estaleiros

Mais seis estaleiros O presidente do Sindicato da Construção Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha, afirma que a capacidade de processamento de aço dos estaleiros já é expressiva: 600 mil toneladas por ano. O maior estaleiro do País lança o primeiro navio em janeiro próximo: é o Atlântico Sul, de Suape (PE). Além disso, está sendo anunciada a instalação de seis estaleiros de grande porte, por sólidos grupos empresariais: de Eike Batista e Hyundai, em Santa Catarina ; dois de grande porte na Bahia, sendo um da Setal (Ebasa), e, outro, da Odebrecht, OAS e UTC, o Paraguassu; o coreano STX procura espaço no Sul/Sudeste; o grupo Jurong – dono de Eisa e Mauá – investe em estaleiro em Alagoas; e a Odebrecht projeta um em Itaguaí (RJ), para produção de unidades militares. “Diante de tudo isso, será preciso muita demanda para atingir a oferta de espaço nos estaleiros”, ironiza Rocha, em resposta aos que se referem à falta de vagas. Lembra ainda que o maior dique do País, no momento, o da Sermetal (antiga Ishibrás, no Rio), está sem uso e há negociações para arrendamento à Petrobras, que faria licitação para um grupo privado explorá-lo. (Jornal do Commercio/RJ/Coluna Aziz Ahmed)

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Fernando Bezerra Coelho inspeciona obras em Suape

Fernando Bezerra Coelho inspeciona obras em Suape
Sol forte e obras a todo vapor. Esse foi o cenário encontrado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico e Presidente de Suape, Fernando Bezerra Coelho, nessa sexta-feira (25.09) no complexo industrial e portuário. Ao todo, as obras de infraestrutura somam US$ 1,5 bilhão em investimentos.

Pier petroleiro, Cais de Múltiplos Usos, Píer de Graneis Líquidos 1, Acessos às indústrias, construção e duplicação da Estrada do Contorno, Duplicação da TDR-Sul, Express Way e Duplicação da TDR-Norte foram visitadas pelo secretário que esteve acompanhado do corpo de diretores da empresa.

No passeio, a diretoria pode conferir a duplicação do Tronco Distribuidor Rodoviário Sul (TDR-Sul) e do acesso principal ao Porto de Suape que está 77,3% concluída.

Um trecho de 3,7 km entre a entrada do porto, passando pela Refinaria Abreu e Lima, até a Avenida Portuária foi liberado para o tráfego. No local, 25 máquinas finalizam o restante da pavimentação e a implantação de cabos condutores de iluminação. Em dezembro desse ano a obra deve ser finalizada.

A reforma do Cais de Múltiplos Usos (CMU) está contanto com 95 pessoas trabalhando no reforço e no revestimento da estrutura construída em 1991. Os acessos às empresas Bunge Alimentos e Sapeka estão sendo finalizados junto com a iluminação e a sinalização das rodovias internas que deverão ser entregues em novembro próximo.

Em início de obras, estão os acessos à fábrica da Urbano Agroindustrial e do anexo ao moinho de trigo também da Bunge. Já a entrada para a fábrica da RM Eólica (em implantação) está 20% concluída.

O Centro Administrativo do Complexo, inaugurado em 1979, também está incluído no pacote de investimentos. Está sendo reformado junto com o Prédio de Facilitação Portuária e o Heliponto.

A estrada que irá contornar a Refinaria Abreu e Lima dando acesso direto à cidade de Ipojuca está sendo construída e duplicada ao mesmo tempo. Ao todo, são 160 pessoas trabalhando nas obras que deverão ser finalizadas em abril de 2010 totalizam investimentos de R$ 80 milhões.

“Estamos conferindo o andamento dessas obras que irão beneficiar as empresas já instaladas no Complexo e aquelas que estão em fase de implantação.A infraestrutura que oferecemos aqui em Suape é nosso cartão de visita para a atração de mais investimentos. Com esse crescimento, o Complexo precisa funcionar plenamente e oferecer condições para as operações logísticas”, explica Bezerra Coelho.

Na ocasião, os diretores também estiveram no início das obras de duplicação do Tronco Distribuidor Norte (TDR-Norte) que se ligará à Via Expressa (Express Way) até a fábrica da Caninha 51 no Cabo de Santo Agostinho. As obras irão custar R$ 146 milhões e levarão cerca de um ano para serem finalizadas.

PIER PETROLEIRO – Umas das maiores obras que está ocorrendo em Suape é a construção do Píer Petroleiro com recursos do Governo do Estado e da Petrobras. São R$ 341,1 milhões aplicados na dragagem da bacia de evolução do porto, na construção de uma tubovia, de dois terminais de atracação de 130 e 170 TPB, e prolongamento e reforço do molhe e melhoria do acesso viário.

A obra atinge 40% de execução e será entregue em setembro de 2010. São cerca de 2 km de obras ocorrendo dentro do mar.

Postada em 25.09.09
Por Assessoria de Comunicação e Relações Sociais de Suape.

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Cursos Aduaneiras

Veja os cursos que serão realizados no mês de Outubro.
 
Recife – PE
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8 horas/aula
19/10/2009, das 08:30 às 17:30
Professor(a): Raul Manuel Quinteros Riquelme    
 
Valor promocional para inscrições antecipadas 

A Aduaneiras reserva-se o direito de alterar local, datas, horários ou
cancelar o curso, de acordo com o número de interessados.

helena@cenofisco-ba.com.br

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Construção naval cresce para atender ao mercado

Todos os dias, há informações de empresas que não teriam conseguido espaço nos estaleiros brasileiros , como a Vale, e, por isso, deixaram de encomendar navios ou fizeram importações. Em alguns casos, os armadores efetivamente não desejavam comprar navios e faziam contatos com estaleiros apenas para mostrar às autoridades que não iriam continuar a usar a política de afretamento – aluguel de unidades estrangeiras.
 
Em outros casos, foi feita importação com pagamento de impostos, para os navios terem direitos de bandeira brasileira – caso da Mercosul Line; e, quanto à Vale, a empresa importará dez meganavios, de 400 mil toneladas cada um, mas não pagará impostos e, portanto, manterá os navios sob bandeira estrangeira. O presidente do Sindicato da Construção Naval (Sinaval), Ariovaldo Rocha, afirma que a capacidade de processamento de aço dos estaleiros já é expressiva: 600 mil toneladas por ano.
 
O Atlântico Sul, de Suape (PE), que será o maior estaleiro do país, lança seu primeiro navio em janeiro próximo. Além disso, estão sendo anunciados diversos estaleiros de grande porte, por sólidos grupos empresariais: um de Eike Batista (EBX) e Hyundai, em Santa Catarina; dois estaleiros de grande porte na Bahia, sendo um da Setal (Ebasa) e outro de Odebrecht, OAS e UTC, o Paraguassu; o grupo coreano STX vai fazer unidade no Norte fluminense; o grupo Jurong – dono de Eisa e Mauá – anuncia estaleiro em Alagoas; e a Odebrecht projeta estaleiro em Itaguaí (RJ), embora, de início, apenas para produção de unidades militares.
 
- Diante de tudo isso, terá de haver muita demanda para atingir a oferta de espaço nos estaleiros – ironiza Rocha.
 
Lembra ainda que o maior dique do país, no momento, o da Sermetal – antiga Ishibrás, no Rio – está sem uso e há negociações para arrendamento à Petrobras, que faria licitação para um privado explorá-lo. Lá foram construídos navios de 300 mil toneladas. Destaca Rocha que, após a crise dos anos 80 e 90, a construção naval hoje propicia 45 mil empregos diretos e tudo indica que, dentro de um ano, estará gerando mais 5 mil empregos diretos.
 
O faturamento do setor, em 2009, deverá ser pouco superior aos US$ 3,2 bilhões do ano passado, uma vez que, no início do ano, a Petrobras reenquadrou projetos e reestruturou sua política de encomendas.
 
Este ano, o Conselho Diretor do Fundo de Marinha Mercante não se reuniu e, portanto, não foram aprovadas novas prioridades. A Secretaria do Tesouro Nacional estava resistindo a financiar a parte importada dos navios, o que, se não fosse feito, elevaria o preço final. Rocha espera que o assunto tenha sido resolvido e cita que foi prometido ao governo elevar o índice de nacionalização de 65% para 75%. (Monitor Mercantil Digital/RJ)

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