Arquivo de agosto, 2009

Rebocador de Alto-mar Tritão recebe Prêmio de Navio de Socorro

Em cerimônia realizada ontem, às 12h, a bordo do navio rebocador de alto-mar Tritão, que estava atracado na 4ª Seção da Barra, o comandante do 5º Distrito Naval, vice-almirante Arthur Pires Ramos, fez a entrega do diploma e de uma placa de “Navio de Socorro do Ano” e “Navio de Socorro Distrital” ao comandante do Tritão, capitão-de-corveta Lopes Viana. Os dois prêmios são referentes ao ano de 2008.

O prêmio de “Navio de Socorro do Ano? é concedido anualmente pelo Comandante de Operações Navais à embarcação que totalizar o maior número de pontos entre os navios de socorro e salvamento da Marinha do Brasil. Já o de ?Navio de Socorro Distrital?, é destinado ao que totalizar o maior número de pontos entre os navios de socorro e salvamento da área de Serviço de Busca e Salvamento (SAR), associada a cada Salvamar Distrital.

O Serviço de Busca e Salvamento da Marinha (Salvamar) tem a missão de prover o salvamento de pessoas em perigo no mar, no interior da área marítima de responsabilidade brasileira. Tendo em vista as grandes dimensões do território marítimo brasileiro, a região SAR foi dividida em cinco subregiões marítimas – Salvamar Sul (com sede em Rio Grande-RS), Sueste (sediado no Rio de Janeiro ? RJ), Leste (Salvador – BA), Nordeste (Natal- RN) e Norte (Belém – PA).

Fonte: Jornal Agora/Rio Grande,RS

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Para reduzir dependência da Ásia, Cingapura mira a América Latina

Hoje, o país asiático tem na região acordos com Chile, Peru e Panamá
 
Cingapura espera ampliar o número de Tratados de Livre Comércio com a América Latina até meados do ano que vem, para aproveitar a boa recuperação que o continente vem mostrando diante da crise econômica mundial.

Segundo autoridades do país, o TLC com o México, cujas negociações se arrastam desde 2000, deve ser concluído ainda em 2009 e um acordo com a Costa Rica deve ficar pronto no começo do ano que vem. Hoje, o país asiático tem na região acordos com Chile, Peru e Panamá.

“Estamos adotando várias medidas para diminuir nossa dependência de nossos parceiros asiáticos. Num momento de crise internacional, nada melhor que estreitar relações com uma região como a América Latina, que vem mostrando um vigor e uma recuperação impressionantes”, disse Natalie Choo, gerente de operações para as Américas do International Enterprise Singapore, a agência oficial de promoção comercial.

A opção pela América Latina pode ter sido reforçada pela decisão recente dos EUA de suspender negociações de adesão a uma área de livre comércio no Pacífico, que incluiria Cingapura.

Uma ilha com 4,6 milhões de habitantes e um PIB de US$ 160 bilhões, Cingapura é um importante porto de ligação entre os países do Sudeste Asiático e o Ocidente. Fabricante de produtos petroquímicos, farmacêuticos e eletrônicos, tem também indústrias tradicionais de construção naval e de equipamentos de exploração de petróleo, além de empresas de serviços aeroportuários e portuários.

Dos US$ 260 bilhões que o país exportou no ano passado, mais da metade foi para países asiáticos, principalmente Malásia, Indonésia, China e Japão. A América Latina recebeu menos de 7%. As importações, de quase US$ 220 bilhões, também vieram majoritariamente dos vizinhos asiáticos.

Os reflexos dessa dependência podem ser vistos no porto de Cingapura – o maior do mundo em manejo de contêineres. “Os efeitos da crise sobre os países da Ásia podem ser sentidos aqui, só de olhar para o porto. Numa época normal, não daria nem mesmo para ver o mar direito. Agora, os guindastes parados são um sinal triste de que as coisas não vão bem”, lamenta Jeffrey Wu, gerente do setor de comunicações da PSA, agência que administra o porto cingapuriano.

A crise atingiu fortemente o país este ano e deve provocar a primeira queda do PIB em mais de uma década, no que já é considerada a pior recessão desde a independência cingapuriana, em 1965. Cingapura cresceu 8,2% em 2006; 7,7% em 2007; e 1,2% em 2008. Segundo o Ministério da Indústria e Comércio, o país deve ter contração de 4% a 6% em 2009. Muitos analistas creem que isso já seria um bom resultado, pois a previsão inicial do governo era de contração de 9%.

O governo cingapuriano não adotou nenhum pacote de estímulo, diferentemente de outras grandes economias asiáticas. Segundo as autoridades do país, Cingapura é tão aberta que, para cada US$ 1 que entra na economia, US$ 0,60 acabam indo para outros países. Por isso eles alegam que não valeria a pena injetar fundos públicos e que o melhor é atrair investimentos e melhorar o fluxo comercial.

Para atrair investimentos, o conservador governo cingapuriano está disposto até a passar por cima de alguns de seus rigorosos preceitos morais: liberou, por exemplo, a abertura de cassinos. Dois grandes empreendimentos estão em curso hoje, um na ilha de Sentosa, pólo turístico local, e outro bem diante do centro financeiro da cidade.

Esse tipo de investimento e a recuperação da China estão deixando os analistas otimista. Olhando para as três torres que abrigarão os hotéis do cassino diante do setor financeiro, Robert Prior, economista-chefe do HSBC em Cingapura, se mostra confiante. “A economia de Cingapura está de volta”, diz, quase que em tom de torcida.

Outros entretanto são mais cautelosos. Para Paul Jacob, editor de política do jornal “Strait Times”, as pessoas estão muito preocupadas com seus empregos. “Não adianta só falar de recuperação. Ela tem de aparecer.”

O jornalista viaja a convite do governo de Cingapura.

Valor Econômico/SP

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Pré-sal vai financiar educação

Presidente disse que os recursos decorrentes da extração de petróleo nas novas reservas serão carimbados também para tecnologia e combate à pobreza

BRASÍLIA – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou ontem que o modelo de exploração do petróleo na camada pré-sal terá de ser modificado e disse que os recursos serão carimbados para uso em educação, ciência e tecnologia e combate à pobreza. A camada pré-sal é a megajazida de petróleo situada no litoral do Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo.

?Não conheço um empresário estrangeiro que diga que as coisas devem ficar como estão. Todos eles dizem publicamente que entendem como normal que o Brasil mude as regras. Mas no Brasil sempre aparecem aqueles cidadãos de segunda classe que acham que não podemos fazer nada, mas vamos fazer porque é importante pra nós?, afirmou.

De acordo com Lula, os recursos com a exploração do petróleo terão uso reservado e não vai deixar ?que o companheiro Mantega venha contingenciar o dinheiro?. ?O petróleo precisa dar duas coisas sagradas para o Brasil, precisa resolver o problema de atraso educacional e vamos ter que investir em inovação tecnológica?, afirmou. ?Temos que ter conhecimento e utilizar parte desse dinheiro para tirar o povo da pobreza.?

As novas regras para exploração de petróleo serão apresentadas na próxima segunda-feira e devem envolver participação mínima da Petrobras nos consórcios de empresas e repasse garantido ao governo dos valores obtidos com a atividade.

CRISE E IMPOSTOS

O presidente também defendeu mecanismos para garantir a arrecadação tributária no País. ?Vivemos o maior processo de desoneração deste País. Toda vez que o Estado desonerar tem que encontrar um jeito de pagar seus compromissos. Não é possível ter um Estado forte com arrecadação fraca. O maior exemplo é a Europa, que garante bem-estar social e tem a maior carga tributária.?

Sobre a crise econômica global, o presidente ressaltou o arrefecimento da turbulência que atingiu mercados e economias de todo o mundo, afetando a capacidade industrial e de consumo e prejudicando empregos. ?Não é que não temos mais crise. O que está acontecendo na verdade é que a água não está mais fervendo, a água está morna. O pessimismo de três meses atrás, quando não sabíamos o que ia acontecer, passou.?

GOVERNADORES

O Palácio do Planalto não cogita a possibilidade de adiar o lançamento do marco regulatório do pré-sal, previsto para a próxima segunda-feira, como sugeriu ontem o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, para rediscutir o modelo de partilha dos royalties com as unidades federativas.

Lula receberá no domingo os governadores do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, do Espírito Santo, Paulo Hartung, e de São Paulo, José Serra, de acordo com um assessor próximo ao presidente Lula.

Ontem, Cabral disse que no encontro, ele e Hartung pedirão ao presidente que adie o lançamento.

O presidente, no entanto, vai manter a programação, e cogita não fechar a discussão sobre a partilha dos royalties do petróleo a ser extraído e deixar esse debate para o Congresso Nacional, para onde o projeto será encaminhado.

Os governadores que se reunirão com Lula demonstraram descontentamento com o modelo de partilha de royalties, alegando que haverá perda de arrecadação.

O ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, se reuniu com Cabral e Hartung recentemente para tratar do assunto. O governador do Rio de Janeiro disse também ter conversado por telefone com o presidente Lula, mas ainda assim diz que mantém a posição de não comparecer à cerimônia de lançamento.

Fonte: Jornal do Commercio/PE

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Data para retomada das obras é incerta

ITAJAÍ – A data de retomada para as obras de reconstrução no Porto de Itajaí ainda é incerta e a definição vai demorar no mínimo mais uma semana, alega o consórcio TSCC, formado pelas empresas Triunfo, Serveng Civil San e Constremac, que iniciou a obra em fevereiro. Uma visita de técnicos da Secretaria Especial de Portos (SEP) do governo federal a Itajaí, esperada a partir de terça-feira, vai determinar ao longo da semana se o contrato do governo federal com o consórcio será mantido ou encerrado. Antes da retomada da reconstrução do cais, destruído pela enchente de novembro, SEP e TSCC irão rediscutir detalhes técnicos e valores do projeto das empresas contratadas. A visita foi confirmada à superintendência do Porto de Itajaí em Brasília, na noite de quarta-feira.

A recomendação foi feita pelo Tribunal de Contas da União (TCU), que autorizou a SEP a conceder um aditivo no valor do contrato atual ou a fazer novas tomadas de preço, com a contratação de outras empresas em caráter de emergência.

De acordo com o engenheiro Paulo Müller, responsável do consórcio pela obra, as reuniões de negociação em Itajaí vão até a próxima sexta-feira:

? Diante de alegações do TCU de que haveria sobrepreço no projeto do consórcio, precisamos apresentar nossa posição à Secretaria Especial de Portos. Por isso a obra não será retomada na semana que vem.

Müller diz que a visita dos técnicos será o momento para a empresa decidir se é viável permanecer na obra. Para o superintendente do Porto de Itajaí, Antônio Ayres dos Santos Júnior, a presença dos técnicos é uma justa exigência do TCU.

? A SEP precisa rever preços, ajustar condições. Se não houver entendimento com o Consórcio TSCC, o contrato pode ser encerrado e a secretaria tem autorização para chamar outras empresas, sem a necessidade de licitação ? esclareceu.

A visita dos técnicos federais vai coincidir com um teste pré-programado pelo consórcio, na quinta-feira. Está marcado o teste de carga com estacas, que vai ajudar a confirmar a profundidade estrutural a ser alcançada para a segurança do novo cais.

De acordo com o superintendente do porto, o TCU considerou que o valor das estacas está de acordo com o praticado no mercado. As estruturas terão 17 metros de comprimento cada e serão soldadas umas às outras, de acordo com a profundidade necessária. O material, que seria importado, será encomendado no Espírito Santo, para poupar tempo. Retomada as obras, as estacas devem chegar em 20 dias.Governo federal vai definir na próxima semana se mantém contrato do Porto de Itajaí com consórcio

Fonte: Jornal de Santa Catarina/SICILIA VECHI

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Formandos GPO Manhã Visitam TECON Suape

A aluna Cinthia relatou a visita:

Visita ao Tecon Suape realizada dia 26-08-09

Orientada pelo Profº Ayres e Profº Enrique Ponce

Ao chegarmos no Tecon fomos recepcionados pelo Aluno Josildo o qual é funcionário do Tecon…
Encontramos o Profº Ayres, e seguimos a visita

1º: Conhecemos o Gate que é o Portão principal que os caminhões tem acesso ao terminal,onde os motoristas tem que entregar o documento ao operado para que seja conferido a carga/container q entrará ou sairá do Tecon.

2º: Visitamos o faturamento onde vimos todo o funcionamento do setor,trata de faturar e liberar o container seguindo todas as normas da Receita Federal; Dentro do faturamento há um setor chamado: Centro de Atendimento ao Cliente onde é uma extensão do setor comercial.

3º: Setor da Tecnologia da Informação: Vimos com é feito todo gerenciamento das informações deste setor,onde está o coração da empresa,também é responsável pela Rede e cabeamento do Tecon.

4º: Setor de Planejamento e Operações: Esses setores trabalham em conjunto onde cabe a eles palnejar e executar toda operação de um navio,desde a sua atracação até a descarga da mercadoria.

5º: Setor de Rh: Observamos o Gerenciamneto deste setor,sendo muito importante para sua empresa.

6º: Setor de Saúde Segurança do trabalho: onde há uma equipe multidiscplinar pronto a atender uma emergência.
Visitamos o Pátio de Containers,vimos um container aberto,o setor de lavagem e reparo destes.

Notei que em todos os setores uma um quadro com os Certificados da ISO 9001:2000 e ISO 14001:2004

Enfim nos reunimos na sala do Profº Ayres e realizamos uma avaliação do dia no Tecon, o qual foi muito proveitoso a todos pois tivemos a oportunidade de ver na prática como funciona o Gerenciamento do Terminal de Container.

Muito obrigada ao Profº Ayres.

Cinthia Barbosa

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