Arquivo de julho, 2009

Indústria Naval poderá investir até US$ 40 bilhões

Plataformas, sondas, petroleiros e embarcações de apoio em encomendas bilionárias da Petrobras podem fazer do Brasil a meca dos investimentos da indústria naval nos próximos anos. Os valores chegam a US$ 17 bilhões numa primeira fase (entre 2009 e 2010), podendo ir a US$ 40 bilhões até 2012. O mercado brasileiro já detém a quinta maior carteira de encomendas do mundo, com estudos para a construção de até 17 estaleiros, segundo fontes do setor.

A maioria dos projetos, no entanto, aguarda ganhar uma licitação para efetivar os investimentos que, isoladamente, variam de US$ 100 milhões a US$ 1 bilhão. “Primeiro tivemos o boom do ressurgimento da indústria naval brasileira, após 20 anos sem encomendas. Com isso, vieram os estaleiros virtuais, hoje uma realidade, e investimentos na modernização e ampliação de outros, já existentes. Agora são novos investidores nacionais e internacionais de olho nas oportunidades que o País oferece”, diz o presidente da Transpetro, Sérgio Machado.

Além de 26 novos petroleiros – dos quais 18 estão sendo negociados e oito serão licitados dentro de 60 dias – encomendados pela Transpetro, a Petrobras recebe, em 7 de agosto, os envelopes com as propostas para a construção de oito cascos em série para navios-plataforma que vão operar em Tupi.

A estatal também lança neste segundo semestre a encomenda do primeiro pacote de sete sondas de perfuração em águas ultraprofundas, de um total de 28 que serão construídas pela primeira vez no Brasil. Por fim, colocou na praça o primeiro lote para contratação de 24 (de um total de 146) embarcações de apoio.

O governo do Rio está intermediando pelo menos duas negociações de grande porte. Além de ter incentivado a construção de quatro estaleiros no Complexo Industrial de Barra do Furado, no Norte Fluminense, o governo quer atrair investidores para uma área em Itaguaí, no sul do Estado, área próxima ao porto.

“Temos holandeses, brasileiros, franceses, vários interessados. Há uma fila de investidores”, diz o secretário de Desenvolvimento do Estado, Júlio Bueno, que também atua em uma outra frente de negociações, que prevê a compra ou aluguel pela Petrobras da área que abrigou o estaleiro Ishibrás, o maior já instalado no Brasil.

Por conta de sua extensão às margens da Baía de Guanabara e seu calado, a área poderia sediar a construção simultânea de até dois navios-plataformas FPSO (de produção e estocagem de óleo), do tipo que está sendo encomendado para Tupi. O diretor da área de serviços da estatal, Renato Duque, confirma as negociações, mas não dá maiores detalhes.

A ideia é repetir no Rio o arrendamento de um dique seco construído sob encomenda da Petrobras no Rio Grande do Sul, e que é ofertado nas licitações para as empresas interessadas na obra. A área no Rio pertence aos grupos Iesa e Banco Fator.

Além dos estaleiros negociados para o Rio de Janeiro, há ainda novos negócios ocorrendo em pelo menos sete estados, descentralizando a indústria naval, que até então tinha em território fluminense sua principal base. Outros focos de investimentos são Pernambuco, Rio Grande do Sul, Bahia (com quatro estaleiros em estudos), Espírito Santo, Santa Catarina, Ceará e Maranhão.

Fonte: Jornal do Commercio/RJ/Kelly Lima - Da agência Estado

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Gestão Portuária no Estaleiro Atlântico Sul

Nesta sexta, dia 24/07/2009, a Faculdade Metropolitana esteve em Suape, no Estaleiro Atlântico Sul, para firmar parceria com a empresa. De imediato, os funcionários do EAS poderão estudar nas pós-graduações da Metropolitana: MBA em Gestão Portuária, em Gestão de Pessoas, em Logística, Gestão Financeira, TI, Gestão de Eventos e Psicopedagogia.

No próximo ano, os alunos de Gestão Portuária, funcionários do EAS poderão cursar nos turnos da manhã ou noite com um substancial desconto em suas mensalidades.

 
 

 

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Wilson Sons amplia B2B e Segurança

No início deste ano, a Wilson Sons, grupo integrado de logística portuária com cerca de 170 anos de atuação no país, optou por migrar o serviço de negociações com empresas (B2B) para dentro da companhia e, dessa forma, melhorar o desempenho da chamada zona desmilitarizada (DMZ, na sigla em inglês) – subrede localizada entre a rede externa (internet) e a rede interna (rede privada) – e evitar o acesso externo indevido a dados de uma empresa. Até então o serviço B2B ficava hospedado em um data center terceirizado.

O propósito com a mudança também foi reduzir custos e obter melhorias no nível do serviço. Para realizar esta operação, a empresa adotou os serviços gerenciados da Arcon, num pacote que incluiu gestão da segurança, especialização técnica e monitoramento. Com base nas políticas de negócio da empresa, a Arcon customizou e implantou um firewall que tem como objetivo atuar como um filtro na porta de entrada da rede corporativa.

Além disso, foram instalados dois equipamentos redundantes para garantir a alta disponibilidade do serviço. Com isso, a Wilson Sons agora possui dois níveis de atendimento especializado em segurança, monitoramento e administração – por meio de dois Centros de Monitoramento de Segurança (SNOCs) da Arcon, um em São Paulo e outro no Rio de Janeiro – e um serviço mensal de relatórios detalhados de atividades e intercorrências, que mapeia todo o fluxo de rede e orienta o trabalho da equipe de TI.

Segundo a Wilson Sons, os benefícios para o serviço de B2B da empresa já puderam ser sentidos. Com a migração da DMZ de uma rede de longa distância (WAN) para uma rede local (LAN), os clientes perceberam imediatamente uma melhora no desempenho dos serviços. Além disso, a empresa afiram que houve redução de 37% nos custos, e hoje, quatro meses após o início dos serviços gerenciados, a Wilson Sons possui um ambiente 100% operacional e sem interrupções.

“Devido à criticidade do nosso ambiente B2B, tínhamos consciência da necessidade de um serviço diferenciado e com custo competitivo. Além disso, tínhamos que ter cautela ao estabelecer a DMZ dentro da companhia, pois a segurança das operações deveria ser a primeira coisa a funcionar com 100% de eficiência”, afirmou Marcos Rodrigues, gerente de tecnologia da Wilson Sons.

Fonte: TI Inside

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Gestão Portuária em Ambientes de Engenharia

Nesta quinta, dia 23/07/2009 aconteceu na FIEPE o lançamento da proposta Ambientes de Engenharia, a qual visa criar uma rede de inovação, desenvolvimento e testes de tecnologias para a indústria naval, offshore, petróleo e gás. A Faculdade Metropolitana participará desta rede de empresas e centros de pesquisa, com a UFPE, a Petrobras, o Estaleiro Atlântico Sul, o SINDVAL, o Instituto Brasileiro do Petróleo, Máquinas Piratininga e outras. Parabéns à FIEPE e ao Prof° Raimar.

Presentes os Professores Jorge Simas, Dr. Solano Mineiro e Fredy Carneiro.

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Pós-graduação em Gestão Portuária

Você sabia que a cada ano a mais de estudo um profissional aumenta sua renda em 15%. A Fundação Getulio Vargas através de seu Instituto de Economia pesquisou e encontrou este resultado. O maior ganho acontece quando a pessoa investe em pós-graduação. Entre os trabalhadores com pós-graduação o salário médio é 47% maior dos que tem apenas o curso superior. Para a pesquisa da Universidade de São Paulo e do IBMEC os ganhos dependem ainda do perfil profissional e do tipo de pós-graduação feita. Os resultados indicam que o MBA gera resultados mais rápidos.

Faça sua pós-graduação em Gestão Portuária na Faculdade Metropolitana e aumente sua renda e sua empregabilidade.

Fonte: http://guiadeposgraduacao.uol.com.br/materia.asp?id=2

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