Metropolitana com nova Entrada

A Faculdade Metropolitana está com novo acesso às instalações. São dois portões para veículos, um para entrada e outro para a saída, com guarita de segurança avançada.

Há também uma passagem exclusiva para pedestres separada da via de veículos por um canteiro verde.

Está é mais uma ação da Metropolitana para aumentar a segurança dos estudantes e dos veículos.

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PPI e orientações

Estudantes de Gestão Portuária já devem inciar seus Projetos Práticos Interdisciplinares. Neste semestre haverá uma entrega correspondente à primeira unidade:

- Para a primeira unidade, de 26/03 a 01/04, uma cópia para cada professor orientador do PPI, e uma digital para a coordenação (por correio eletrônico: portuária@metropolitana.edu.br).

Esta entrega é obrigatória, caso contrário, a equipe reprovará.

Deverá conter: capa, contra-capa, introdução, temáticas escolhidas, objetivos e histórico da empresa. Na contra-capa, o nome completo e matrícula de cada componente da equipe.

As orientações aos sábados não são obrigatórias. Se for desejado pela turma ou por equipes, deverá ser previamente agendado diretamente com os professores orientadores:  Jorge, Alexandre, Otávio, Poggi, Fernando.

O Coordenador do Curso está sempre disponível para orientações.

Nesta semana (1 a 5/02/2009) as equipes deverão ser formadas (de 4 a 6 pessoas por equipe) e escolher as possíveis empresas.

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Área Pecém deverá inchar em 2012

Complexo possui 11 mil hectares . Desta área, 7,3 mil já estão reservados para siderúrgica, refinaria e ZPE
Em 2012, o Pecém já deverá se aproximar da sua capacidade total para instalação de novas empresas. É o que prevê o presidente da Adece, Antônio Balhmann. Desta forma, já se pensa, dentro do governo, em ampliar o espaço reservado ao complexo industrial, permitindo que se continue o processo de atração de empreendimentos ao local.
“O Pecém vai se acelerar muito com a siderúrgica, que já está em obra. O efeito dela é muito forte em atração de investimento. Acredito que em 2012 esteja em um processo muito veloz de ocupação. O complexo, então, começa a ter um problema de espaço”, explica Balhmann.
O CIPP hoje possui área de 11 mil hectares, dos quais cerca de mil já estão reservados à siderúrgica, dois mil para refinaria e outros 4,3 mil para a ZPE. “Esses projetos tomam grande espaço e os espaços que vão ficar, então, são os necessários para as empresas que serão complementares desses complexos maiores”, esclarece Balhmann.
O complexo, diz, Balhmann, é uma área “nobre demais”, e que agora vem sendo bastante disputada pelos investidores. “Estamos sendo muito seletivos nas escolhas das empresas do Pecém. As empresas que vão pra lá são empresas que tem necessidade de estar perto do porto, ou porque é muito importadora, ou porque é muito exportadora”.
Desta forma, informa o presidente da Adece, vários empreendimentos que poderiam se instalar lá, estão sendo remanejados para outras áreas, evitando o precoce “inchamento” do Complexo. “Estamos repassando investimentos para Aquiraz, Camocim, outros lugares. De toda forma, isso é importante para que possamos espalhar a renda”, explica.
Atualmente, a siderúrgica ainda está em fase inicial de implantação. Em dezembro, foi assinada a ordem de serviço para as obras de macrodrenagem do setor 1 do complexo, onde a usina se localiza. Logo após, inicia-se a terraplanagem. Atualmente, operários trabalham na construção de edificações do canteiro de obras. O número de operários ainda é pequeno, mas o potencial gerador de emprego é o maior entre todos os empreendimentos industriais já instalados no Estado até agora.
Só na primeira fase do projeto, que deverá estar concluída até 2013, serão criados mais de 15 mil empregos diretos, priorizando a mão-de-obra local. Na operação, serão mais de 4 mil. “Daqui a 25 anos, o Ceará terá a sua história contada em antes e depois da construção da siderúrgica”, declarou o governador Cid Gomes quando da cerimônia do início das obras da usina, em dezembro passado.
Outro grande projeto em curso no CIPP é a termelétrica Energia Pecém. Já com obras em estágio avançado, a usina, quando pronta, terá capacidade de produzir 720 megawatts de energia elétrica. Atualmente, mais de 600 pessoas trabalham no empreendimento. A usina está sendo erguida através de um consórcio entre as empresas MPX Energia e EDP – Energias do Brasil. (SS)
CORREIA TRANSPORTADORA
Terraplanagem já tem 160 empregados
Para receber grandes projetos, como a siderúrgica e a termelétrica Energia Pecém, o Complexo Industrial e portuário do Pecém (CIPP) precisa se dotar da infraestrutura necessária. A liberação e adaptação do Píer 1 do porto para as movimentações desses empreendimentos é uma das etapas desse trabalho, que vem sendo feito com a implantação do Tmut. Mas para que os insumos das usinas possa fazer o trajeto entre elas e o porto, estão sendo instaladas as correias transportadores de minérios. A primeira etapa, que é a terraplanagem, está em curso e deve ser concluída em março.
Hoje, existem cerca de 160 pessoas trabalhando na obra, das 7h às 17h, segundo informa Francisco Guedes, engenheiro civil da Normatel, que, juntamente com a Koch do Brasil, forma o consórcio realizador do trabalho. “São tratoristas, engenheiros, encarregados de obra, serventes, seguranças, entre outros”, explica Guedes, afirmando que a quase totalidade dos trabalhadores vêm de Caucaia ou São Gonçalo do Amarante.
No canteiro de obras, que se localiza próximo às futuras instalações da Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), já se encontram os equipamentos estocados. As correias, que terão 12 quilômetros de extensão, possuem capacidade de transportar 2.400 toneladas de carvão mineral – que será utilizado para gerar energia nas usinas – por hora, e contam com tecnologia de baixo impacto ambiental.
De acordo com o engenheiro, na hora do desmatamento da área, é feito um corte de 60 centímetros da terra, a chamada camada vegetal, para que se possa, após a terraplanagem, ser lançada sobre o solo, permitindo que a vegetação volte a crescer sobre o local.
As medições do solo são feitas por topógrafos e auxiliares, como José Carvalho. Solteiro, de 45 anos, ele afirma que já trabalhava na atividade em outras obras no complexo. “Mas eu estava desempregado. Agora, pelo menos até terminar a obra, eu tenho o emprego garantido”, comenta. Após a terraplanagem, será iniciado o processo de montagem da esteira, que durará cerca de oito meses. A previsão é de que o equipamento esteja em atividade no primeiro semestre de 2011. A correia sairá do Píer 1 do porto, indo até a siderúrgica e a termelétrica. O valor total do sistema de transporte de minério é de R$ 148,3 milhões.(Fonte: Diário do Nordeste/CE/SS)

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Porto de Pecém

Assim como no porto, em seu entorno, as obras dão vida à economia de cidades como Caucaia e São Gonçalo
Cerca de R$ 8 bi estão sendo investidos no Pecém e em seu entorno, gerando empregos na construção e serviços
O crescimento industrial até tardou, mas agora parece ter puxado a marcha. O Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP) possui hoje apenas oito indústrias, mas a quantidade de tratores, caminhões e operários de construção presentes no local mostra que essa realidade deve mudar em alguns anos.
Após garantida a vinda dos dois principais projetos estruturantes esperados desde a criação do complexo, a siderúrgica e a refinaria, vão surgindo, então, inúmeras obras de infraestrutura e de instalação de novos empreendimentos nos arredores do porto, gerando empregos e mobilizando a economia local. “A inércia do Pecém foi vencida. Não temos mais como falar que o Pecém é uma estrutura ociosa”, afirma o presidente da Agência de Desenvolvimento Econômico do Estado (Adece), Antônio Balhmann. Segundo ele, não é possível comparar a realidade do complexo com a de Suape, em Pernambuco, por exemplo. “Lá, eles têm 30 anos. Nós temos sete (levando em consideração a criação do porto), ainda estamos começando, e agora é pra valer”, diz.
Localização
“O Pecém é uma das macro localizações mais importantes do Brasil, pela infraestrutura disponível e pela localização estratégica, próxima dos polos consumidores da Europa e Estados Unidos”, defende. Balhmann esclarece que a arrancada do complexo industrial se deu, especialmente, pelos investimentos realizados em sua “espinha dorsal”, que é o porto, em ampliação, e que já se posiciona de maneira forte perante outros portos do Brasil.
O Terminal Portuário do Pecém é o maior exportador de frutas do Brasil. O porto passa pelo maior projeto de ampliação desde sua fundação, em 2002. Com a criação do Terminal de Múltiplo Uso (Tmut), a expectativa é elevar o número de operações, dotando-o de estrutura para trabalhar com outros produtos. A obra, em andamento, envolve grandes investimentos que atraem fornecedores, além de centenas de operários que vão mexendo com a economia de cidades próximas.
Investimentos
Assim como no porto, em seu entorno as inúmeras obras dão uma nova vida ao local. São cerca de US$ 8 bilhões sendo investidos atualmente com todas as indústrias e infraestruturas que estão sendo criadas no complexo, segundo aponta o presidente da Adece. Pontos de entrega de gás, uma nova subestação de energia, a instalação de esteiras para carregamento de minério, termelétricas, uma nova cimenteira são equipamentos que já começam a ser implantados no CIPP. A quantidade de obras reflete-se, diretamente, na de empregos gerados na região. Com mais emprego, mais renda circula nas cidades do entorno, movimentando inúmeros comércios e serviços que vão se fortalecendo por lá, iniciando uma nova fase econômica para os municípios de Caucaia e São Gonçalo, em especial. O reflexo, entretanto, repercute em todo o estado.(Fonte: Diário do Nordeste/CE/SÉRGIO DE SOUSA)

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Crescimento está de volta

Obra de reconstrução segue no ritmo programado e cargas estão retornando ao antigo volume no Porto de Itajaí
ITAJAÍ – O ano de 2010 reserva um novo rumo ao Porto de Itajaí. Em 2009, as transações comerciais caíram 14% em relação a 2008 e havia muitas incertezas. Porém, antes mesmo de sentir esta queda, o porto começou 2009 destruído pela força da enchente, o calado foi comprometido, só entravam navios com pouca carga, trabalhadores e empresas de comércio exterior passavam por apertos financeiros.
Hoje, final de janeiro de 2010, o calado foi restabelecido aos níveis pré-enchente, a obra de reconstrução dos berços 1 e 2 segue um ritmo programado de trabalho e as cargas estão voltando ao antigo volume. Apesar dos transtornos, o Porto de Itajaí ainda consegue competir em pé de igualdade com os portos de Rio Grande e Paranaguá, concorrentes imediatos.
– Ainda que tenhamos caído do segundo para o quarto lugar no ranking de movimentação de contêineres, ficamos bastante perto dos nossos concorrentes. Se tomarmos, porém, o segundo semestre de 2009 isoladamente, o Complexo Portuário de Itajaí (formado pelos portos de Itajaí e Navegantes) já retoma a segunda posição no Brasil – assegura Robert Grantham, diretor comercial do Porto de Itajaí.
Dentre as batalhas que o terminal itajaiense enfrentará em 2010 estão a manutenção dos parceiros comerciais na exportação e a continuidade do bom desempenho nas importações. Em 2009, a movimentação de carga pura (contêiner cheio) foi em torno de 6 milhões de toneladas. Mesmo ficando 14% abaixo do desempenho de 2008, a queda acompanhou uma tendência do resto do mundo. Ou seja, caso não tivéssemos vivido a enchente, o Porto de Itajaí estaria em posição favorável no cenário mundial.(Fonte: Jornal de Santa Catarina/RAFFAEL DO PRADO)

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Porto do Recife inaugura novo receptivo

Os passageiros serão recebidos com mais conforto

Um novo ambiente foi criado para receber com mais conforto os passageiros que embarcam e desembarcam no Porto do Recife. O espaço que já funcionava na administração do porto foi reformado e ganhou climatização, banheiros químicos maiores, cadeiras confortáveis num lounge que abrigará ainda uma feira de artesanato.

O diretor presidente do Porto do Recife, Sileno Guedes, comemorou a entrega do receptivo provisório. “Com essa reforma conseguimos atender bem os turistas mesmo provisoriamente. Abriremos o processo licitatório no dia 8 de fevereiro para a construção do novo terminal. A expectativa é que na próxima temporada de cruzeiros que começa em abril do ano que vem já estejamos operando no armazém 7 que vai abrigar o terminal definitivo”, frisou.


A obra de revitalização do receptivo provisório custou R$ 130 mil e foi viabilizada por uma parceria da administração portuária com a Secretaria de Turismo do Governo do Estado. Além das medidas para garantir o conforto dos passageiros, toda a estrutura elétrica foi modificada para garantir a segurança dos que transitam pelo local.

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Vale e Bunge devem acelerar investimentos

A expansão da Vale no segmento de fertilizantes, confirmada ontem com a aquisição de ativos de mineração da Bunge no país, por US$ 3,8 bilhões em dinheiro, promete tornar-se ainda mais agressiva no futuro próximo. Já a Bunge, com o caixa cheio, tende a acelerar sua expansão no segmento de açúcar e álcool no país, no qual já é a terceira maior.
Esta é a opinião de analistas e executivos consultados pelo Valor, que enxergam nos dois movimentos mudanças estruturais importantes.
De um lado, dizem os especialistas, a tacada da Vale, que inclui a fatia de 42,3% da Bunge na Fosfertil – entre participação na holding controladora da empresa (Fertifos) e presença direta -, quebra o domínio das grandes multinacionais na produção de matérias-primas para fertilizantes no Brasil e sugere uma ampliação mais agressiva de investimentos na expansão de capacidade.
De outro, a presença de grandes grupos como Bunge e Louis Dreyfus em açúcar e álcool colabora para a profissionalização e expansão do segmento, liderado pela brasileira Cosan e que também tem bom cenário de avanço em ambas as frentes.
Para conseguir dar o salto estratégico de se transformar em líder global em fertilizantes, a Vale terá que partir para novas compras no Brasil e no exterior. Para Marcos Assumpção, analista do Itaú, a brasileira Copebrás, colocada à venda pela sul-africana Anglo American, poderá seguir no foco da mineradora, apesar do negócio com a Bunge e do valor estimado para a transferência de seu controle, de até US$ 1,5 bilhão.
Assumpção não crê que a Vale terá problemas no Cade por causa da Copebrás, já que a demanda brasileira depende de importações. Pedro Galdi, analista da SLW, acredita que a Vale tentará comprar as participações das multinacionais Mosaic (controlada pela americana Cargill) e Yara (Noruega) na Fertifos, avaliadas no mercado em US$ 1,8 bilhão.
“A Vale tentará comprar as partes da Mosaic [33,43%] e Yara [12,77%] na Fertifos [que tem 81,53% da Fosfertil] e a participação direta [8,65%] da Yara na Fosfertil. Há diferenças de gestão entre as múltis e a Vale e a Yara, que não foi consultada pela Bunge no negócio com a Vale, só comprou suas fatias na Fosfertil para evitar um domínio maior da Bunge”, afirmou um executivo do setor.
Segundo a Bunge, a Vale pagou US$ 1,65 bilhão pela Bunge Participações e Investimentos, holding criada só para o negócio confirmado ontem. Esta frente, que inclui negócios independentes da Fosfertil, envolve duas minas de rocha fosfática e quatro plantas de produção de fertilizantes fosfatados. A estrutura de vendas ao consumidor final continua com a Bunge, que também segue com ativos não-minerais em Argentina e Marrocos.
Conforme a multinacional, a Vale pagou US$ 2,15 bilhões pela fatia total de 42,3% na Fosfertil, que opera três minas de rocha fosfática e cujo valor de mercado, segundo Galdi, está em US$ 4,9 bilhões. “Na ponta do lápis, o percentual adquirido pela Vale valia US$ 2,07 bilhões. Houve um pequeno prêmio pelo ativo”.
“Foi forte a pressão da Vale sobre nós no último ano. Só tínhamos mina no Brasil, e quando consideramos o valor justo, concordamos”, disse o brasileiro Alberto Weisser, CEO da Bunge, ao Valor, que confirmou que o principal foco da empresa no país no momento está em açúcar e álcool.
Para os analistas Galdi e Assumpção, os planos de expansão da Vale em fertilizantes incluirão novas aquisições no exterior. Em 2009, especulou-se sobre um namoro com a Mosaic envolvendo minas no exterior, mas a Vale negou. Para o Itaú, a Vale vai se interessar mais pelo fosfato, onde pode ser líder mais facilmente.
Em comunicado, Roger Agnelli, presidente da Vale, confirma: “Esta operação é de fundamental importância para a consolidação da estratégia da Vale em focar o Brasil como o grande mercado de sua produção de fosfatados, tendo em vista o potencial das minas locais, bem como o crescimento associado aos projetos desenvolvidos no exterior, como Bayóvar e, no futuro, Evate, todos com produção prioritariamente destinada ao mercado brasileiro”. (Fonte: Valor Econômico/ernando Lopes e Vera Saavedra Durão, de São Paulo e do Rio)

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